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Simplice

A vida é simples

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A vida é simples

Social Division in Church

"The rejection of the gospel as social is not just a repudiation of the social gospel; the rejection of the gospel's implications for combating race and class divisions nurtures social niches and fosters a "social-club" gospel." (Paul Metzger, in Consuming Jesus)

I'm reading Consuming Jesus, a very interesting book that talks about race and class divisions in a consumist church, and this quote jumped into my eyes. I have been thinking a lot about unity in church, specially unity as something different from conformity and uniformity. I mean unity in diversity, the only real unity I believe in.

It is easy to be "united" when there is uniformity, or when we abdicate of out uniqueness to conform into a predefined mold. It is so easy, that what it really creates is a false unity, a unity that will only stand firm if we reach out for people "just like us", which normally means middle class white people.

Real unity exists in diversity, where diference is not ignored, but embraced. It is a unity that stands after confrontation and conflict of different visions. It is a unity that when it happens, it has a solid foundation, that no one can destroy. It exists not because of avoiding confrontation, but because of embracing confrontation of different beliefs. Not through conforming with an artificial pattern, or abdicating of beliefs for "the common good".

This is a unity that needs courage, humility, love. That is focused on Jesus Christ, and not on our own pleasures and wishes. It is composed of people that sacrifice their preferences without sacrificing their beliefs. Great maturity is needed to make room for this to happen.

The Social Web: Me first

Recently in the Lift Conference, I was in a workshop called Building Social Applications by Stowe Boyd. A very interesting workshop indeed, since it made me think a lot. Follow the link to get a nice resume by Stephanie.

One of the concepts mentioned was the "me first" principle: All social web is really focused in the individual, and not in the group. As individualism rules in our days, people will only participate in the social web if it has any benefit for them. What's in it for me?

I partly agree with that statement. I believe that is the absolute truth in our highly individualized modern society, but not so in the emergent post-modern society, where the tribe matters the most (more than myself). So, the dynamics for the teenagers of today may be very different, and that may result in much differences in the way we live the social internet.

Is it possible to make a social application where both societies feel welcome? Maybe it is. If we reward both the group and the individual, I think all of them will be included.

Web 2.0

Web 2.0 é o nome que decidiram dar à nova fase da internet que estamos a viver nos dias de hoje (Não gosto do nome, prefiro Web Social). Já quase tudo o que havia a dizer sobre o assunto foi dito. Mas ainda assim existe um problema: Nem todas as pessoas que trabalham na internet têm a noção completa do que é a Web 2.0. A interpretação que fazem dela tem muito a haver com aquilo que são no dia a dia.

Penso que os programadores, e outros semelhantes, têm a tendência a interpretá-la como AJAX, widgets, webservices, e coisas afins. Apesar de interessantes, a Web 2.0 não se resume a isso. Na realidade, a sua verdadeira essência não está nisso, mas sim no novo aspecto social da internet: Grupos, comentários, relacionamentos, conteúdo criado pelo utilizador (fotos, vídeos, blogs, etc), e tudo com uma simplicidade de utilização que vai ao encontro das necessidades do utilizador.

Qualquer projecto que seja lançado neste momento sem ter isso em conta, está fadado ao fracasso. Pode ter o melhor AJAX, os webservices mais fixes, e tudo o que é widgets. Mas se não tem em conta o aspecto social, está morto à nascença.

IMPACTO

No próximo sábado vai começar algo que temos estado a preparar há algum tempo: o projecto IMPACTO. O objectivo é trabalhar com a motivação de crianças carenciadas dos 8 aos 14 anos. Vão ser desenvolvidas diversas actividades que permitam às crianças verem as suas capacidades, experimentarem diversas coisas, e com isso motivá-las a procurar aquilo que desejam fazer da sua vida.

O projecto tem também um segundo objectivo de criar contactos com várias famílias carenciadas em Massamá, para que possamos desenvolver outro tipo de projectos para outras faixas etárias. Ideias já existem, mas é necessário fazer um levantamento das necessidades da população.

A pouco e pouco vamos fazendo aquilo que é suposto a igreja fazer.