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Simplice

A vida é simples

Simplice

A vida é simples

Louvar a Deus a sério

É muito fácil para mim, e penso que para todos, louvar a Deus de boca. Muito mais complicado é fazer com que a minha vida seja um sacrifício contínuo de louvor a Deus.

Se fossemos impedidos de louvar a Deus com a nossa voz, até que ponto o nosso louvor a Ele seria afectado? Pouco ou muito? Será que a nossa voz fala mais alto que a nossa vida, ou será que a nossa vida fala mais alto?

Fazer coisas diferentes q.b.

Acho que experiências de louvor como a que fizemos no domingo passado têm muito valor. Não por serem coisas novas. Mas porque ao louvarmos de forma diferente, somos levados a nos envolvermos na experiência de uma forma mais sincera.

Digo isto por experiência própria, claro. Há outros a quem isso porventura não acontece. Mas quando as reuniões têm a mesma forma todas as semanas, eu dou por mim a pensar no que vou almoçar, ou numa coisa qualquer que não tem nada a haver com a reunião. Mas quando a reunião é diferente, eu acabo por estar realmente envolvido no que está a ser feito.

Não digo que agora o tempo de louvor e a forma como a pregação é feita devem ser sempre diferentes. Mas convém variar bastante. Na quantidade certa.

Experiência de louvor

Ontem a reunião do grupo foi um pouco diferente. Começamos com um jogo, passamos para um estudo sobre unidade (Efésios 4:1-16), e acabamos com algo novo. Uma forma diferente de louvar a Deus.

Começamos por colocar uma música ambiente bem calma. De uma caixa fomos tirando um objecto de cada vez e colocando-o na mesa. Depois de colocar cada objecto na mesa, durante 2-3 minutos cada um orava, ou lia uma passagem, ou louvava relacionado com o objecto que tinha sido colocado. Assim que conseguir vou pôr um vídeo para se perceber melhor como foi. Achei por bem fotografar e filmar, pois pode bem ser que seja de proveito para alguém.

Update: Entretanto decidi não publicar o filme. Questões de privacidade.

Louvor e Adoração unplugged

Analisando por alto algumas músicas que são usadas para "louvor e adoração" na igreja, mais ou menos um terço delas estão teologicamente erradas, outro terço não são nem louvor nem adoração, e do terço que sobra, a maioria são individualistas. Como se isso não bastasse, a música substituiu na maior parte dos casos os outros tipos de louvor e adoração.

Acho que perdemos a simplicidade de louvarmos e adorarmos o nosso Deus. Parece que estamos incapacitados a fazê-lo sem música. Quando oramos, pedimos muito, agradecemos pouco, e louvamos e adoramos quase nada. A oração em grupo, na maioria dos casos, é uma lista de assuntos pelos quais se ora, um de cada vez, e depois vamos para casa. Orar tornou-se uma forma de petição apenas, como se um diálogo com alguém fosse completo só com pedidos. Deus deixa de ser alguém com quem temos um relacionamento, e passa a ser alguém a quem pedimos coisas.

O louvor e a adoração a Deus pode ser feito com música, mas também com palavras e acções. Em particular ou em público.

Ideias soltas

Tenho andado com algumas ideias soltas que espero aprofundar em breve.

Uma, é que culto de oração é um termo redundante redundante. Cultuar a Deus é orar a Deus, ou não? De repente parece que reservamos algo específico para orar, e no resto do tempo não oramos.

Outra coisa é acerca do louvor e adoração, que se divide em duas coisas. Primeiro, parece que as músicas usadas nem sempre são de louvor ou adoração a Deus. A outra coisa mais importante é o conceito de grupo de louvor, em que um grupo de pessoas no "palco" desempenha um espectáculo (no bom sentido) para uma plateia. Será que se perdeu o louvor espontâneo? Como esperar que todos participem no louvor se o modelo usado ajuda a que isso não aconteça?