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Simplice

A vida é simples

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A vida é simples

Louvor e Adoração unplugged

Analisando por alto algumas músicas que são usadas para "louvor e adoração" na igreja, mais ou menos um terço delas estão teologicamente erradas, outro terço não são nem louvor nem adoração, e do terço que sobra, a maioria são individualistas. Como se isso não bastasse, a música substituiu na maior parte dos casos os outros tipos de louvor e adoração.

Acho que perdemos a simplicidade de louvarmos e adorarmos o nosso Deus. Parece que estamos incapacitados a fazê-lo sem música. Quando oramos, pedimos muito, agradecemos pouco, e louvamos e adoramos quase nada. A oração em grupo, na maioria dos casos, é uma lista de assuntos pelos quais se ora, um de cada vez, e depois vamos para casa. Orar tornou-se uma forma de petição apenas, como se um diálogo com alguém fosse completo só com pedidos. Deus deixa de ser alguém com quem temos um relacionamento, e passa a ser alguém a quem pedimos coisas.

O louvor e a adoração a Deus pode ser feito com música, mas também com palavras e acções. Em particular ou em público.

Ideias soltas

Tenho andado com algumas ideias soltas que espero aprofundar em breve.

Uma, é que culto de oração é um termo redundante redundante. Cultuar a Deus é orar a Deus, ou não? De repente parece que reservamos algo específico para orar, e no resto do tempo não oramos.

Outra coisa é acerca do louvor e adoração, que se divide em duas coisas. Primeiro, parece que as músicas usadas nem sempre são de louvor ou adoração a Deus. A outra coisa mais importante é o conceito de grupo de louvor, em que um grupo de pessoas no "palco" desempenha um espectáculo (no bom sentido) para uma plateia. Será que se perdeu o louvor espontâneo? Como esperar que todos participem no louvor se o modelo usado ajuda a que isso não aconteça?