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Simplice

A vida é simples

Simplice

A vida é simples

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Upward, Outward, Inward by Mitsuo Fukuda

I am all about simplicity in everything, as long as we don't oversimplify to the point of losing what is important. This book is exactly about that kind of simplicity in Christ-like movements expansion.

For those that have read books from Neil Cole, Wolfgang Simson or Alan Hirsch, you won't find much new in this book in terms of principles. What you will find is a good simple and practical description of how those principles work in practice.

I guess that's the main value of the book. Showing that the kingdom of God can grow in a simple way, through relationships of love. And showing how we so many times overcomplicate matters. And we overcomplicate because we want to remain in control, instead of trusting God, who really is in control.

Honour God, Love Neighbor.

A nova Internet

Ultimamente tenho pensado bastante sobre a nova internet, ou a integração na internet.

Antes cada um tinha o seu espaço privado, a sua casa ou loja, e uma espécie de páginas amarelas (google). Depois foram surgindo peças que ligavam esses espaços privados, como os feeds RSS. Já isso criou um afastamento entre o produtor de conteúdos e o consumidor. E por fim houve a mudança para as pequenas mensagens, e o que antes era a cola entre as várias partes passou a ser o centro de tudo.

Neste momento os sites e blogs perdem cada vez mais a sua razão de ser porque tudo passa a basear-se nos relacionamentos. Nós já não nos interessamos nos conteúdos por si próprios, o que nos interessa é o relacionamento que temos com quem cria esses conteúdos

Não é que isso seja mau, mas a dificuldade que isso criou é que nos dias de hoje, para que publicites os teus conteúdos, tens que criar relacionamentos com as pessoas, e a melhor forma de o fazer é estar onde as pessoas estão.

Por exemplo, no facebook na melhor das hipóteses podes colocar links para os conteúdos, mas só os teus contactos vão ligar a esses links. Se criares um post no teu blog, tens hoje muito menos visitas directas, ou mesmo acessos por RSS, do que há um ano atrás. Qualquer interacção social já não é feita nos comentários do blog, os únicos comentários são de pessoas a te fazer perguntar directamente a ti.

Se alguém comentar um post teu no facebook ou no facebook, aí sim, é criada uma dinâmica completamente diferente, e como alguns dos contactos até se conhecem entre si, pode gerar-se discussões muito interessantes.

Mas essa criação de contactos é um processo muito moroso, envolve muito tempo. Antes as pessoas vinham ter contigoi, agora tens de ser tu a ir ter com elas. Isto torna o processo demasiado desgastante. Para que é que eu vou criar um novo post no blog, se para que as pessoas o leiam, eu vou ter de andar atrás das pessoas? Não estou para isso.

Por isso deixamos de escrever no blog, e passamos a escrever pequenas mensagens no twitter ou no facebook, e com isto perde-se muito conteúdo de valor.

Isso não é tão importante para quem tem um blog para mandar postas de pescada, como é o meu caso. Mas para quem tem o intuito de publicitar o seu trabalho (um fotógrafo, um mecânico, etc) torna-se demasiado pesado. Além de desempenharem a sua profissão, têm de gastar horas por semana a criar contacto com novas pessoas através dos sites sociais.

Para quem tem um site com o qual pretende obter algum lucro (Utilizemos como exemplo o Adegga, a solução passa pela criação de aplicações em diversas plataformas (Facebook, iPhone, Android, etc). Aplicações essas que são interfaces completos para a informação do site, e que permitem uma interacção social entre os utilizadores. Mas mais importante, que essa interacção não permaneça apenas em cada uma das plataformas. Quem usa uma app iPhone para lidar com o Adegga, deve ver os comentários colocados noutra plataforma (por exemplo Facebook), e ser capaz de responder aos comentários feitos noutras plataformas.

No fundo o que se pretende é uma integração total de todas as plataformas à volta do nosso produto. O site passa a ser um repositório central que providencia dados e apis para os vários interfaces. E é possível monetizar tudo isso nas várias plataformas, principalmente através de publicidade, mas também por venda de conteúdos premium, ou venda das próprias aplicações, dependendo do modelo de negócio que faz sentido.

Nos dias de hoje não basta ter o site ou o blog. É preciso ir onde as pessoas estão, e criar lá interfaces que levem as pessoas a usar os nossos serviços.

Complete reconciliation

A window in the sky

"Through the Son, God also reconciled all things to himself, whether things on earth or things in heaven, thereby making peace through the blood of his cross." (Colossians 1:20 ISV)

It saddens me when I see followers of Jesus Christ disrespecting God's creation. I see it as a disrespect towards God, creator of all thing, and a disrespect towards others, since everyone will suffer the effects of those actions.

The Bible is filled with passages that show that God cares about the environment. He so cares about all of it's creation, that he redeemed all creation (not only humans) by the sacrifice of His son Jesus. It's only our tradition of disregard for the environment that makes us blind to that fact.

If all creation praises God (Psalm 69:34), then by destroying it we are doing the opposite of praising Him. If we are commanded to love our neighbour (Mark 12:31), then by robbing future generations of the blessings of biodiversity we are not loving at all. We are not loving the polinesians that are losing their islands due to global warming. Nor loving the people that die every day because of pollution.

Ultimately, the care for the environment is a question of love. Of loving nature, but also of loving our neighbours, and above all God.

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