Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Simplice

A vida é simples

Simplice

A vida é simples

Publicidade

Ciclo de vida da Joaninha

Este verão decidi tentar observar o ciclo de vida da Joaninha. Uma vez que os meus bambus estavam infestados de pulgões, tinha as condições propícias para o fazer.

Aphids

Comecei por recolher Joaninhas na natureza, o que não foi tão fácil como esperava. Utilizei um campo de trigo para recolha das mesmas, onde já antes tinha visto bastantes, mas depois de bastante tempo só consegui capturar duas. Senti-me um bocado frustado porque ainda por cima eram de espécies diferentes. Qual não foi o meu espanto quando no dia seguinte uma delas começou a pôr ovos. Já estava prenha :)

Ladybird

Passado 3 dias as larvas começaram a eclodir, permanecendo em grupo durante 1 dia.

Ladybird larvae eclodingLadybird larvae

Depois começaram a dispersar-se e a comer os pulgões que encontravam pelo caminho. Passaram por várias fases de crescimento, libertando a casca antiga a cada muda.

Ladybird larva
Ladybird larvaLadybird larva

Depois de terem dizimado completamente a população de pulgões, o que levou cerca de uma semana, fizeram casulo para se transformarem na forma adulta.

Ladybird cocoon

No próximo ano vou tentar de novo, e espero conseguir fotos do que falta, o acto sexual, e a saída do casulo.

Underwear - FM Belfast

Underwear by FM Belfast (Music Video) from Daniel Scheinert on Vimeo.


We come from a place where we count the days
until nothing
until nothing
until nothing

We are running down the street in our underwear
We are running up the hill it's over there

coz nothing ever happens here
because nothing ever happens here
Where everyone keeps off the grass
no littering no loitering
no nothing
no nothing
no nothing

We are running down the street in our underwear
coz nothing ever happens here
We are running up the hill it's over there
oh my lord

Morre lentamente

"Morre lentamente quem não viaja,
quem não lê,
quem não ouve música,
quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
repetindo todos os dias o mesmo trajecto,
quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente quem evita uma paixão,
quem prefere o "preto no branco"
e os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
justamente as que resgatam brilho nos olhos,
sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
quem não se permite,
uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da
chuva incessante,
desistindo de um projecto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
e não respondendo quando lhe indagam o que sabe.

Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!»

Publicidade