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Simplice

A vida é simples

Simplice

A vida é simples

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Life

"Procrastinate: to drag one’s ass in such a pathetic manner as to ensure one’s place in life as a loser." (from A Love Song for Bobby Long)

"For what it’s worth: it’s never too late or, in my case, too early to be whoever you want to be. There’s no time limit, stop whenever you want. You can change or stay the same, there are no rules to this thing. We can make the best or the worst of it. I hope you make the best of it. And I hope you see things that startle you. I hope you feel things you never felt before. I hope you meet people with a different point of view. I hope you live a life you’re proud of. If you find that you’re not, I hope you have the strength to start all over again." (from The Curious Case of Benjamin Button)

We are all living in Amerika



Looking at TV and newspapers lately, it seems Obama is everywhere. Some people have even been more interested in the USA elections than any other national subject around Europe. It shows that the american identity is stronger than ever. And it's like the media is accepting / pushing on us that we all depend on America. It made me remember "Amerika", the music from Rammstein: We are all living in Amerika.



I have no special opinion on Obama himself. Some affirm he is some kind of messiah, others believe he is the Antichrist. I think he is just someone charismatic with interesting ideas. It's more the fuss around it, specially outside America, that kind of worries me.

Rain Down - Delirious



Looks like tonight, the sky is heavy
Feels like the winds are gonna change
Beneath my feet, the earth is ready
I know its time for heaven's rain
It's gonna rain

Cos it's living water we desire
To flood our hearts with holy fire

Rain down all around the world we're singing
Rain down can you hear the earth is singing
Rain down my heart is dry but still I'm singing
Rain down rain it down on me.

Back to the start, my heart is heavy
Feels like it's time, to dream again
I see the clouds, and yes I'm ready
To dance upon this barren land
Hope in my hands

Do not shut, Do not shut, Do not shut the heavens
But open up, open up, open up our hearts

Give me strength to cross this water
Keep my heart upon your altar
Give me strength to cross this water
Keep my feet don’t let me falter

Simplice crackado

Bom, por cerca de meia hora o site esteve em baixo, ou mais propriamente, com uma mensagem de um cracker qualquer (que pensa ser hacker).

O cracker em questão aproveitou-se de um erro estúpido da minha parte: Estava a colocar o id que se põe no url directamente na query da base de dados. Como é do conhecimento comum, qualquer imbecil pode aproveitar-se disso para alterar ou apagar dados na base de dados.

Neste caso, o cracker foi simpático. Limitou-se a deixar a sua mensagem. Podia ter feito bastantes estragos, mas não quis.

As minhas desculpas ao PlanetGeek, que foi ligeiramente afectado.

Israel e Palestina

Neste momento está a decorrer mais uma guerra em Israel, desta vez entre Israel e o Hamas. E como em tantas outras vezes em que isso acontece, vêem-se todo o tipo de artigos a defender Israel, ou a defender os palestinianos. Uma posição que me interessa especialmente é o facto de determinados movimentos cristãos terem o hábito de defender incondicionalmente todas as acções de Israel, sejam elas quais forem.

Quanto a mim, quando me perguntam acerca do assunto, eu normalmente respondo "Os palestinianos e os Israelitas estão bem uns para os outros." E normalmente essa frase resulta para acabar com a discussão, que é um tipo de discussão que eu detesto fazer. É que quem merece apoio incondicional são os inocentes. E a guerra, na minha opinião, é uma coisa que nunca deveria existir. Por isso, discussões de quem é que tem mais razão em usar da violência (um porque é legítima defesa, outro porque é oprimido, outro por razões preventivas) é um debate sem sentido. A resposta é bem simples, na realidade: Ninguém tem razão. Para mim, qualquer guerra é errada, e nada desculpa o recurso à guerra. E se pensam que isso é utópico, pensem em Ghandi.

O caso ainda se torna mais complexo quando se fala do assunto dentro do contexto do cristianismo. Não porque o cristianismo não seja claro em relação à resposta adequada à violência ("Digo-vos, porém, a vós que me escutais: Amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, abençoai os que vos amaldiçoam, rezai pelos que vos caluniam.", Lucas 6:27-28), mas porque por razões políticas e históricas, o que temos agora é mais uma cristandade do que um verdadeiro cristianismo. E nesse contexto, as doutrinas foram moldadas para permitirem o recurso à violência para fins "nobres", que interessam obviamente a estados poderosos e soberanos.

Não só isso, mas existe também toda a problemática de determinadas interpretações literais de profecias presentes na Bíblia, que levam a que muitos cristãos vejam o estado de Israel como o cumprimento de várias profecias, e como consequência, como tendo sido o próprio Deus que levou a que o estado de Israel exista, e por arrasto, que de certa forma dirige todas as acções do estado de Israel. Logo, se Israel dizimar uma população qualquer, foi bem feito, porque foi a vontade de Deus. E aliás, o problema é Israel não ter logo exterminado todos os palestinianos na altura em que apareceu primeiro para conquistar a palestina, há uns 4000 anos atrás. Isso demonstra normalmente um desconhecimento do estilo apocalíptico usado nos séculos à volta do nascimento de Jesus (pormenores que não interessam a ninguém a não ser a mim e a meia dúzia de teólogos que não têm mais nada que fazer), e mesmo um desconhecimento do facto de que lá por Deus profetizar, não significa que seja Ele que o vai fazer, ou que é uma coisa da sua vontade.

Depois, claro, entra a necessidade de justificar o injustificável. E surgem peças de propaganda como esta (visto no Mukankala), que seguem o normal procedimento de mostrar algumas verdades, omitir outras, e depois tirar conclusões à la carte. Faz tudo parte de um processo de racionalização, como quando compramos um produto por impulso, e depois criamos uma razão pela qual precisávamos mesmo de o ter comprado. Este é pró-Israel, mas não pensem que não existam outros tanto pró-palestinianos, pró-Hamas, pró-Fatah, e afins. Eu é que não tive paciência para andar a procurar. Neste, falam de como os Árabes tentaram desde o início exterminar a "raça" judaica, e outras coisas. Uso este argumento a título de exemplo, só para mostrar como este tipo de informação é incompleto. Não tem em conta o facto de a maioria dos palestinianos não serem etnicamente árabes, muitos serem os originais palestinianos que Israel não matou há 4000 anos, e outros serem na realidade descendentes de judeus que se converteram ao islamismo. E também não tem em conta o facto de até ao século 8 os judeus fazerem evangelismo em massas, o que faz com que a maioria dos judeus israelitas de hoje não sejam de "raça" judaica, o que explica também porque é que há judeus caucasianos e outros negros.

Por fim, e agora olhando para a questão dos cristãos pró-judeus em especial, pessoalmente acho triste tanto apoio incondicional a Israel. Muitos vêem mesmo judeus convertidos ao cristianismo como cristãos mais especiais. Há uma idolatria doentia de Israel e da terra santa. Falta perceber que "todos quantos fostes baptizados em Cristo já vos revestistes de Cristo. Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus" (Gálatas 3.27-28). Deus não tem "raças" ou nações favoritas. A mensagem de Jesus é uma mensagem de amor, e ai de nós cristãos se a nossa mensagem é diferente dessa. "Amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, abençoai os que vos amaldiçoam, rezai pelos que vos caluniam." (Lucas 6:27-28)

Failure

Devo ter comido alguma coisa estragada...

This is a lengthy rambling on the concept of failure in the context of church. I hope you have the patience to get into the conversation, and deal with my thoughts.

All of us involved in church projects, have already felt that we failed. We started something, we were full of perfect plans, did our best effort, and then the number of people we were expecting didn't come up, or people were not enough motivated, or people got selfish ans self centered, and then started to quit. Or we had all this perfect vision, and then it turned out to be completely different than we thought. And after 1-2 years of work (maybe more), we feel that we have failed, fall on our back, and cry: "God, why!?"

Well, I consider myself an expert on that subject. Concerning failure, I rule. I failed in everything and every way possible and imaginable. I have been involved in almost every church role and department you can imagine (except that I have never been higher than associate pastor, and I have never done anything in the worship/music department). I have been involved in institutional churches, institutional churches with home groups, cell-churches, home churches, and churches that don't know whether they are home or institutional churches. And in all them I have managed to fail. And it's not like I'm really old, I'm still 32. Nearly every project I have started have finished or become numb. Every single one.

What is success?

OK, I failed. But, honestly, what is failure? In fact, part of the problem is exactly that. How do we define success? What is a successful mission (to use a better term than project)? What are we doing in this world anyway? How can you avoid failure in your mission?

Well, success can be, doing what God tells you to do the best way you possibly can, while remaining humble and depending absolutely on God and not on your own understanding, so that in the end, all glory may be given to God alone. Simple, right? Well... kind of. Looking back at those experiences, with this definition, I didn't fail that much. Many times I did, but most of the times I got it nearly right. I'm trying to be completely honest here.

But then, there is no way I can be completely humble and dependent on God. Each project I learn to be a little bit humbler, and I learn a couple of things I was in fact depending on my own understanding and not on God. I mean, this definition of success is a moving target, you can always get humbler and more dependent on God.

Christianity is a way

So, there is no fixed target. The target is always a moving one. So, if we measure success by the ability to get to the target, we will fail every single time. But, if we measure success by seeing if we are following the target or not, then that's a different story.

But, does that mean that all projects will fail and die? Is there no hope of starting a community that works?

It's all about people. And love

Our real job is to help people, love them, invest in them. That's our calling: Make disciples. Our job is not to create a church of 10, 20, 50, 100, 1000 people. Our role is to invest in people so they become disciples of Jesus. And if we do that role correctly, those disciples will form clusters in various forms. If we are investing in lives, and they are blooming, being disciples of Christ, and giving birth to other disciples, then we are not failing, we are succeeding.

I believe now that our failure is seeing targets in a wrong way, and depending on out own strengths. We focus on creating a dynamic ministry, or a great group, or an active church. And that is not wrong in itself. But we are able to contribute to that by investing in people, creating relationships with them, teaching and learning, sharing. And by recognizing that we cannot do anything by our own strength, that we need God to make the difference.

And that is a process. It takes time. But it's not only the goal that is worth it, it's also the way! All of it is worth it!

Pedra Filosofal

Poema de António Gedeão
Interpretação de Manuel Freire



Eles não sabem que o sonho
é uma constante da vida
tão concreta e definida
como outra coisa qualquer

como esta pedra cinzenta
em que me sento e descanso
como este ribeiro manso
em serenos sobressaltos

como estes pinheiros altos
que em verde e oiro se agitam
como estas árvores que gritam
em bebedeiras de azul

eles não sabem que sonho
é vinho, é espuma, é fermento
bichinho alacre e sedento
de focinho pontiagudo
que fuça através de tudo
no perpétuo movimento

Eles não sabem que o sonho
é tela é cor é pincel
base, fuste ou capitel
arco em ogiva, vitral

Pináculo de catedral
contraponto, sinfonia
máscara grega, magia
que é retorta de alquimista

mapa do mundo distante
Rosa dos Ventos Infante
caravela quinhentista
que é cabo da Boa-Esperança

Ouro, canela, marfim
florete de espadachim
bastidor, passo de dança
Columbina e Arlequim

passarola voadora
pára-raios, locomotiva
barco de proa festiva
alto-forno, geradora

cisão do átomo, radar
ultra-som, televisão
desembarque em foguetão
na superfície lunar

Eles não sabem nem sonham
que o sonho comanda a vida
e que sempre que o homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos duma criança

Ada Lovelace

Sendo a informática um mundo dominado por homens, que irónico que a primeira pessoa a fazer um programa informático tenha sido uma mulher chamada Ada Lovelace...

"Filha legítima do poeta Lord Byron, nascida em 10 de dezembro de 1815, viveu uma vida modelo para as senhoras da corte inglesa do começo do século XIX.

Casada aos vinte anos, assumiu o nome do marido e o título de condessa tornando-se a Condessa de Lovelace, a Sra. Augusta Ada King. E com o nome de Ada Lovelace entrou para a história como a primeira mulher programadora.

Durante um período de nove meses entre os anos de 1842 e 1843, Ada Lovelace criou um algoritmo para o cálculo da sequência de Bernoulli usando a máquina analítica de Charles Babbage.

Ada foi uma das poucas pessoas que realmente entenderam os conceitos envolvidos no projeto de Babbage e durante o processo de tradução de uma publicação científica italiana sobre o projeto de Babbage incluiu algumas notas de tradução que constituem o primeiro programa escrito na história da humanidade."
(in Wikipedia)

Nikon D300, algumas fotos

Já lá vão quase 2 meses que tenho a D300, e ainda não tinha tido oportunidade de falar da minha experiência.

Estou a gostar imenso da máquina. Tem tudo o que eu sentia falta na Nikon D50, e muito mais. Tem uma excelente usabilidade, é rápida e precisa em todas as situações. Tem mais ruído do que eu gostaria nos ISOs altos, mas é normal. Para quem quer ISOs altos, é melhor comprar uma full-frame, como a Nikon D700.

Uma outra coisa interessante é que, visto que esta tem o dobro de pixeis (12MP, a outra tinha 6MP), as minhas lentes foram todas postas à prova. Não foi surpresa para mim que todas resistiram ao teste de qualidade excepto a Sigma 70-300, que já estava no limite com a outra. Por isso comprei a Nikon AF-S VR 70-300mm f/4.5-5.6G IF-ED, com a qual estou bastante contente, apesar de não ser uma lente nada de especial.

Aqui ficam umas fotos para julgarem por vocês mesmos:

Snow
Pato de Bico Vermelho (Netta rufina)
Guincho (Larus ridibundus)
Colourful dark

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