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Simplice

A vida é simples

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A vida é simples

Vergonha de voltar atrás

Já repararam que todas as pessoas sentem vergonha quando têm de voltar atrás? Acabamos de sair de casa, estamos a andar na rua, e de repente, lembramo-nos que nos esquecemos de algo importante. Damos meia volta e voltamos para trás. Nesse momento não há ninguém que não tenha vergonha, que não se sinta embaraçado por as outras pessoas na rua o verem inverter a marcha.

O ser humano tem problemas com o voltar atrás, com o arrependimento. Mas se queremos aprender, se queremos melhorar, temos de ser humildes, e voltarmos atrás nos nossos erros, pois é o orgulho que impede o nosso crescimento, a nossa evolução. Por mais que isso nos cause vergonha, é algo que temos de fazer.

São as pequenas coisas

Quando estamos frustrados, ou motivados, não é pelas grandes coisas. É por um acumular de grandes coisas. De nada serve um acto isolado de justiça quando estamos rodeados de actos de injustiça, e por outro lado, se estamos rodeados de justiça, não é uma injustiça que nos vai fazer esmorecer.

É preciso termos muito cuidado na forma como lidamos com as outras pessoas. Os pequenos actos que fazemos no dia a dia vão juntar-se a outros pequenos actos, e motivar ou frustrar os outros. As pequenas coisas são muito importantes para o sucesso de uma comunidade.

Concurso do Zoo

update: Descobri agora que pode-se votar uma vez por dia.

I'm so cool!Boas notícias: A minha foto foi escolhida como uma das 20 que vão a votação no concurso do Zoo, na categoria animais. A partir de hoje, e até ao dia 26, vai ser possível votar na melhor foto no site do zoo. Para isso é necessário criar um utilizador no site, e depois ir à página de votação, fazer login, e escolher a foto preferida. Mas há um problema, o site só funciona bem em Internet Explorer. É possível votar noutros browsers, mas não dá para ver as fotos como deve de ser.

Espero que achem a minha a melhor, mas se não for, paciência. A minha foto é a número 12, e está na segunda página. Pessoalmente gosto do Tucano de frente, e do Leão Marinho a bocejar. E acho que essas têm muito mais hipóteses de ganhar. Mas gostava mesmo de ganhar a viagem a Barcelona :)

Borboletário no Jardim Botânico de Lisboa

Já abriu, finalmente, o Borboletário no Jardim Botânico de Lisboa. Estive lá esta manhã, e apesar de ainda terem poucas espécies, vale bem a pena visitar. Estar no meio de borboletas a voar, senti-las pousar em cima de nós, ver a sua beleza, é uma sensação extraordinária.

Uma característica especial da Lagartagis é conter apenas espécies existentes em território nacional. Além disso é uma oportunidade de ver todos os estágios de uma borboleta: ovos, lagartas, crisálidas, e finalmente as borboletas. Quando estiver em pleno funcionamento terá 24 espécies diferentes de borboletas, mas para já só tem meia dúzia.

Horário: Todos os dias das 10:00 às 17:00
Preço: 1€ adultos, 0.50€ crianças do 3 aos 17, estudantes, e maiores de 65. Grátis para menores de 3 anos.


Monarch whispererMonarch whisperer
Monarch whispererMonarch (Danaus plexippus)
Monarch (Danaus plexippus)Swallowtail (Papilio machaon)
Swallowtail (Papilio machaon)Swallowtail (Papilio machaon)
Swallowtail (Papilio machaon)Swallowtail (Papilio machaon)

Aposta na formação

Se uma empresa quer estar sempre actualizada, e na vanguarda da tecnologia, precisa apostar na formação dos seus "colaboradores" (é o termo em voga no momento para o empregado). Só com uma formação contínua é que a empresa consegue manter-se actual. É que a empresa não é um conceito abstracto, a empresa são as pessoas que a compõem. A empresa somos (ou devemos ser) todos nós. Por isso:

1. Os colaboradores devem ter 2 semanas de formação por ano. E se não quiserem ter, devem ser consciencializados dessa necessidade. Quem perde com a ausência de formação é o colaborador e toda a empresa. No mínimo uma semana.

2. As formações devem ser escolhidas conjuntamente pelo colaborador e a sua chefia, tendo em atenção os objectivos da empresa, e a posição que esse colaborador tem dentro desses objectivos. Assim evita-se enviar programadores a conferências de marketing, e vice-versa.

3. O colaborador deve participar de conferências e de formações. As conferências dão visão, as formações dão capacidade técnica de desenvolver essa visão. Se só for a conferências, corre o risco de ter de aprender com os próprios erros como chegar lá. Só com formações, obterá uma série de conhecimentos que não saberá/terá onde aplicar. As duas coisas complementam-se.

4. Criem mecanismos de formação interna. Como complemento dessas duas semanas, que devem ser fora do ambiente de trabalho (de preferência em outros países e outras culturas, onde existem mais possibilidades de se alargar os horizontes), deve ser criado espaço para a transmissão da visão e do conhecimento adquirido nessas duas semanas, assim como espaço para debate de novas ideias. Ideias essas que até podem surgir internamente.

5. Não digam que apostam na formação se não o fizerem. Chama-se a isso duplopensar (ver o livro 1984, de George Orwell). Dá mau aspecto.

O tamanho da igreja conta?

Vou fazer uma afirmação que gostava de ver debatida: Quanto maior a igreja, maior a dificuldade em vivermos um cristianismo genuíno. Ou dito de outra forma, onde nos sentimos mais incentivados a viver o cristianismo? Num grupo de 10 pessoas, ou num grupo de 100 pessoas?

Leia-se aqui igreja como grupo de pessoas reunidos numa determinada congregação.

Que comece o debate, mas sejam gentis :)