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Simplice

A vida é simples

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Questão: Porque pediram os discípulos a Jesus para que os ensinasse a orar?

"Sucedeu que Jesus estava algures a orar. Quando acabou, disse-lhe um dos seus discípulos: «Senhor, ensina-nos a orar, como João também ensinou os seus discípulos.» Disse-lhes Ele: «Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja o teu nome; venha o teu Reino; dá-nos o nosso pão de cada dia; perdoa os nossos pecados, pois também nós perdoamos a todo aquele que nos ofende; e não nos deixes cair em tentação.»" (Lucas 11:1-4)

Nas nossas igrejas nós oramos publicamente, e uma das formas pelas quais aprendemos a orar, é ouvindo as pessoas à nossa volta que já o fazem à mais tempo.

Aqui vai uma pergunta para a qual ainda não tenho resposta. Jesus orava com regularidade. Sendo assim, porque pediram os discípulos para que lhes ensinasse a orar? Será que Jesus nunca orava publicamente? Será que ele orava sempre em privado? E se sim, quais são as consequências disso para a oração pública? Como devemos nós orar?

Procura-se informação sobre oração

Tenho estado à procura de sites ou livros que falem da forma como se orava na igreja primitiva. Como era a vida privada de oração? Como era a vida pública de oração? Quando é que se começou a fazer a oração como fazemos nos tempos de hoje? Que diferenças há?

Se conhecerem algum estudo interessante sobre o tema, agradecia que colocassem nos comentários onde é que posso pesquisar mais nesse tema.

Não fazemos as coisas com qualidade e segurança

Se por um lado levamos as coisas demasiado a sério, por outro lado, por incrível que pareça, fazemos as coisas sem qualidade e sem segurança.

Quantas igrejas conseguem apresentar projectos sociais com qualidade suficiente para receberem fundos comunitários? Quantas igrejas conseguem apresentar um projecto com qualidade para receber terrenos para a construção de instalações? Ou pior, quantas igrejas sabem que essas coisas existem?

Quantas igrejas têm extintores, planos de evacuação, caixas de primeiros socorros? Quantas igrejas têm seguros contra incêndios, roubos, acidentes? Quantos acampamentos e saídas são feitos sem os seguros obrigatórios?

Pensar e fazer

Muitas vezes pensamos muito e fazemos pouco. Reclamamos e não mostramos alternativas. Ou se as mostramos, não temos coragem de as levar em frente. Acho que está na altura de irmos além disso.

Reuniões sem objectivo

Depois de ontem ler um artigo que defende que as reuniões são negativas, hoje no comboio falei um pouco com uma amiga sobre uma situação muito semelhante.

Na minha opinião, não é que as reuniões em si próprias sejam más, eu acho é que a forma como as reuniões são feitas pode ser má. Sejam reuniões de trabalho, conferências, ou reuniões religiosas, se não há vida nelas, tornam-se completamente aborrecidas.

E como é uma reunião viva?

Primeiro, algo vivo nunca é igual. Pensem numa árvore e numa pedra. A pedra mantém-se imóvel, sofrendo apenas uma lenta erosão. A pedra é uma coisa chata, aborrecida. Já a árvore, por outro lado, move-se com o vento, cresce, modifica-se, perde ramos e folhas, rejuvenesce a cada ano, etc. Assim devem ser as reuniões, devem evoluir com o tempo, modificar-se, morrer e ressuscitar.

Segundo, algo vivo implica o envolvimento de todos os membros. Porque uma reunião não é apenas uma árvore, mas várias árvores em conjunto. Como seria uma floresta se apenas uma árvore fosse verde e frondosa, enquanto as outras ou estavam secas, ou estagnadas? Assim é quando apenas uma pessoa (ou um pequeno grupo de pessoas dentro de um grupo maior) é motivado a envolver-se na reunião. É o que acontece quando uma pessoa faz uma reunião para as outras.

Em vez disso, as reuniões devem ser feitas por todos, para todos, e devem mudar e evoluir ao longo do tempo.

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